Os nomes mudam, os rostos mudam, mas o roteiro é o mesmo: o começo intenso, o meio inseguro, o fim com aquele gosto de já vivi isso. Você já parou pra pensar se é azar, se o problema é o tipo de homem que aparece ou se, no fundo, tem alguma coisa que você repete sem perceber. E cansa reconhecer o ciclo e não saber onde ele começa a se armar.
Isso não é azar nem defeito seu de fábrica. É falta de dado. Você não está condenada a repetir, você só ainda não enxergou o roteiro de fora pra saber onde ele se quebra.
Eu não chego com motivacional nem com receita pronta. Eu uso um método de decodificação do comportamento masculino pra te mostrar o mesmo critério de escolha que se repete e a mesma reação sua quando o homem se afasta, e qual é a leitura honesta de onde o seu ciclo pode ser rompido.