Você está com o celular na mão a cada dez minutos. A vontade de ligar implorando, de mandar textão, de aparecer onde ele está, chega em ondas e cada uma parece a solução. Você sabe que talvez se arrependa, mas o impulso é mais forte que o argumento, e você não sabe se o que sente pede movimento ou pede silêncio.
Isso não é desespero nem falta de amor próprio. É falta de dado. Nas primeiras horas, o que decide o seu futuro nessa relação não é o que você sente, é o que você consegue não fazer enquanto sente, e você não tem como saber isso sozinha no meio da tempestade.
Eu não chego com motivacional nem com receita pronta. Eu uso um método de decodificação do comportamento masculino pra te mostrar como cada impulso das primeiras 72 horas cai na leitura dele, o que ligar, o textão e a aparição fazem no lado dele, e qual é o movimento que preserva o seu lugar em vez de queimá-lo.